Sócia gerente foi um dos "talentos para a próxima década" escolhida pelo Expresso

15 de Fevereiro de 2011
Marta Alberto
32 anos
Empresariado
QUEM a vê, de vestidinho curto, não repara na mulher por trás da menina. Mas Marta Alberto, 32 anos, cria empresas desde os 17. O empreendorismo corre-lhe nas veias. Trabalha 12 horas por dia para que a Masterblank e a Masterblock produzam e vendam cada vez mais pranchas de surf e isolamentos térmico e acústico. No ano passado, recebeu da Associação Nacional de Jovens Empresários (ANJE) o Prémio de Jovem Empreendedora. E pensar que a ideia nasceu do facto de o namorado e sócio, João, ser surfista ...

"Em Portugal, não havia empresas de blanks (o recheio das pranchas), e na Europa só há duas", explica. Esse facto, a juntar ao de haver cada vez mais surfistas e shapers em Portugal, levaram-nos a identificar a oportunidade de negócio. O pólo de inovação em Engenharia de Polímeros da Universidade do Minho foi o parceiro para encontrar a fórmula certa. "Isto parece um bloco de esferovite, mas tem uma série de particularidades", aponta. "A nossa mais-valia é o processo produtivo. Fazemos blanks à medida do que os shaperspedem, ao invés das soluções por catálogo".


Aos 17 anos, a meio do curso de Gestão, fundou com dois amigos uma empresa de páginas web. Depois, juntou-lhe seis anos de experiência internacional, quando no 3º ano do curso fez um Masters tripartido entre Oxford, Madrid e Paris. Trabalhou no ateliê de Vivienne Westwood e, em Paris, entrou para a L'Oréal, onde esteve cinco anos. Se tivesse que dizer de onde lhe vem a motivação, falaria nos pais. "Olho para eles hoje, vejo duas pessoas de sucesso e penso: 'Quero ser assim'".

Fonte: expresso.pt

OBSERVADOR - Na crista da onda
12 de Outubro de 2017

Uma paixão partilhada pelo mar levou Marta e João a produzirem miolo para pranchas de surf. Criaram, a partir dali, um isolante térmico e acústico totalmente inovador que já conquistou o mercado.


GREEN SAVERS - Empresa portuguesa cria solução para poupança energética em casas antigas
27 de Junho de 2014

A sua casa é fria no Inverno e quente no Verão? Se ela já tem alguns anos ou décadas, isso é normal, mas as recentes inovações na área da construção sustentável já nos permitem alterar esta situação. Empresas como a Master Block, de Alcobaça, têm na reabilitação sustentável dos edifícios o seu core business.

"Uma das nossas grandes preocupações está relacionada com as emissões de CO2. Sabemos que as casas são responsáveis por cerca de 40% da energia gasta. E sabemos que uma casa antiga gasta mais 50% de energia do que uma casa nova", explicou ao Economia Verde Marta Alberto, da Master Block.

Segundo a responsável, uma das formas mais rápidas e eficazes de apostar na eficiência energética é isolar os edifícios. "Ao isolarmos o edifício, não é só o calor e frio que deixam de fugir do edifício, é o próprio dinheiro", gracejou a responsável.

A eficiência energética é uma das preocupações da Master Block, que tem criado placas para isolamento térmico exterior e para caixilharia. O sistema pode ser aplicado em construção nova ou antiga. "É como colocar um casaquinho no nosso edifício", explica Marta Alberto.

Este isolamento tem uma durabilidade mínima de 50 anos, tem um "óptimo comportamento com a água mas, paralelamente, células abertas para deixar a casa respirar", evitando bolores e humidades.

Segundo a Master Block, esta solução permite um melhor comportamento térmico do edifício, reduzindo a factura energética. Mas a preocupação energética não fica por aqui. "Um dos pontos fracos das casas, muitas vezes, são as janelas e as portas. E existe a necessidade de melhorar termicamente a caixilharia", explicou Marta Alberto.

A Master Block tenta produzir um novo produto por ano, sempre em parceria com laboratórios. É sinal que a crise nem sempre é a culpada da falta de ideias da economia portuguesa - e que há empresas que continuam a não perder a esperança de dar a volta por cima.

LINK NOTICIA.

Master Block na SIC Notícias - ECONOMIA VERDE
21 de Maio de 2014

Eficiência energética das casas


Uma empresa portuguesa, com sede em Alcobaça, apostou na produção de isolamentos térmicos que permitem uma maior poupança a longo prazo, não só na energia consumida pelos edifícios, mas também na carteira.



JORNAL EXPRESSO - 10 negócios verdes para ganhar dinheiro
15 de Janeiro de 2014

10 negócios verdes para ganhar dinheiro

Se está a pensar lançar umastartup, saiba quesustentabilidadeelucrosão conceitos cada vez mais compatíveis.
Ser uma empresa sustentável não significa apenas reciclar papel ou proibir os copos de plástico. Um negócio sustentável é aquele que garante o equilíbrio do meio ambiente e usa procedimentos éticos. Com cada vez mais pessoas preocupadas com o que consomem, existe um mercado aberto para pequenas empresas. As oportunidades são muitas, principalmente nas áreas de serviços e alimentação.

Um estudo feito pela consultora inglesa Mintel, revela que quase 70% dos norte-americanos já compram produtos verdes com frequência. E a Green For All, organização americana que estuda e promove a economia sustentável, identificou 10 tipos de negócios que têm mais hipóteses de sucesso nesta área. "As pequenas empresas e os empreendedores serão a chave para resolver os nossos problemas com a economia e o meio ambiente", diz a pesquisa.

Veja quais os tipos de empresas com mais potencial lucrativo e sustentável.


Alimentação

Com as preocupações com uma alimentação mais saudável sempre a crescer, o estudo sugere que há oportunidades para empresas que invistam em alimentos produzidos localmente, sem componentes químicos ou pesticidas. Entre as oportunidades com mais potencial, os pesquisadores destacam a venda e produção de café orgânico, a organização de mercados locais ou cooperativas de produtores e restaurantes ou supermercados com produtos orgânicos. Em Lisboa, a cadeia desupermercados Brioque arrancou em 2008, já tem quatro lojas abertas.


Transporte

O transporte é um dos principais problemas das grandes cidades. O consumo de combustíveis poluentes é enorme e existem poucas alternativas sustentáveis. O estudo, no entanto, ressalta que mesmo negócios simples podem ajudar. O arranjo de bicicletas, por exemplo, poderia fazer crescer o número destes veículos não poluentes nas ruas. Outra opção são táxis com veículos híbridos ou empresas que promovam o aluguer de carros eléctricos para pequenas deslocações nas cidades.


Retalho

A procura de produtos eficientes, seguros e não tóxicos é crescente, de acordo com o estudo. Roupas feitas com algodão orgânico e corantes naturais, e cosméticos não testados em animais, estão na lista de startups que podem crescer. Um bom exemplo, neste caso, é a empresaThe Honest Company, da atriz Jessica Alba, que vende produtos não tóxicos e seguros para crianças.


Limpeza

Assim como as pessoas não querem vestir ou comer produtos pouco seguros para a saúde e para o meio ambiente, há mercado também para produtos de limpeza ecológicos. Itens biodegradáveis e serviços de limpeza certificados são citados na pesquisa. AStop & Washcom o seu conceito de lavagem manual e ecológica de carros tem-se expandido pelo território nacional através de franchising.


Reutilizar

O estudo diz que reutilizar materiais e produtos antigos é ainda melhor do que reciclar. O movimento chamado "upcycling" reconstrói peças usadas para aumentar o seu período de vida. Roupas e móveis são os itens que este estudo identifica como tendo mais potencial. AMonstrosé apenas um dos muitos exemplos que, em Portugal, faz reciclagem de mobiliário e decoração.


Construção

Mesmo que a preocupação não seja estritamente ecológica, muitas pessoas começam a procurar especialistas em construção para tornar as suas casas mais eficientes e reduzir as contas de água e luz. O estudo aponta esta como uma área de negócio em desenvolvimento, e destaca o investimento em telhados verdes, que são cobertos por plantas para reduzir a temperatura do ambiente e dar mais verde à paisagem.


Paisagismo

Por falar em teclados verdes, os paisagistas estão em alta dentro dos negócios sustentáveis. Em edifícios de escritórios que precisam de certificações, muitas vezes é preciso encontrar um profissional que adeque o projeto às normas vigentes. Outro tipo de negócio importante é o de canalizador, já que boas instalações evitam o desperdício de água.


Energia

A redução do aquecimento global depende da substituição dos combustíveis fósseis por fontes renováveis. O estudo identifica várias oportunidades para pequenas empresas que ajudem casas particulares e empresas a usarem este tipo de energia. Companhias que façam instalação de painéis de energia solar ou melhorem os isolamentos são exemplos de negócios que podem resultar nesta área. Veja o caso de sucesso da portuguesa Master Blank, que está a lucrar com a produção de espumas de isolamento térmico.


Tecnologia

Oestudo destaca a tecnologia da informação verde como uma das áreas de maior potencial. A ideia é criar negócios para prestarem serviços a outras empresas como consultorias e análises de gastos energéticos em data-centers, por exemplo. Outro exemplo é o de reciclagem de produtos eletrónicos.


Microfinanciamento

Apesar de a maioria dos bancos se tentarem colar a uma imagem de sustentabilidade, nem sempre é fácil conseguir financiamento para negócios verdes. Por isso, o estudo apresenta fundos de investimento-semente como uma oportunidade para empreendedores sociais. Para pessoas bem posicionadas e com uma vasta rede de contactos, organizações de microfinanciamento também são uma opção.



Ler mais:http://expresso.sapo.pt/10-negocios-verdes-para-ganhar-dinheiro=f721673#ixzz2qUkBKRKd
Surfando a onda dos negócios - em expresso.sapo.pt
12 de Abril de 2012
Inovação e Industria - Master Block no Jornal de Negocios
4 de Novembro de 2011
Masterblock em destaque na revista EXAME
30 de Agosto de 2011

Viero Robbialac assina parceria com MasterBlock
30 de Agosto de 2011
Masterblock com sistema de isolamento inovador - in Jornal de Leiria
10 de Maio de 2011

Masterblock em destaque na revista Construir
10 de Maio de 2011